sexta-feira, 27 de novembro de 2009

Sol

Sol no horizonte se põe.

Um dia chegou abrangente num sorriso e o olhar derramou o amor.
São versos ternos que queria silenciar todos os dias.

Foi na cidade que te vi, na estrada um colibri.

Depois de muito tempo a avenida estava esvaziada de ti. Comecei a pensar que não tinha mais volta, voltei a chegar. E todo lado eu via um instante de poesia. Era belo e triste como as ondas do mar.

E tudo era poesia, em cada verso um olhar. A natureza dizia cada coisa no seu lugar. A chuva para sentir, o vento para fluir e o mar para navegar.

E assim se foi mais um dia, chegou a noite adormecia. Na cama beijou o amor da madrugada abraçou. Um sonho sempre dá asas.

No céu um cometa pousou, eram os teus olhos. Olhos de amor.

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