segunda-feira, 28 de junho de 2010

De tanto chover


de tanta chuva resolvi adormecer
cortar a ponte do sentido
criar ilusões de amores findos
e parar de escrever para sentir 
o nada vibrante da folha vazia

(pausa)

2 comentários:

Assis Freitas disse...

nada que se materializa em sólidos versos,

abraço

Luiza Maciel Nogueira disse...

:) inquietude.

abraço.