Música!

quinta-feira, 17 de junho de 2010

Em espaços de tempos IV: Obviedades

1. Do nada

(...)


2. Do instante

Um,
dois,
três.
Perdeu
a vez.


3. Do início


O nada
no instante.
O instante
no nada.

7 comentários:

José Carlos Brandão disse...

Um instante
no início
do nada.

De repente,
a poesia.

Beijos.

A Magia da Noite disse...

há vazios que se preenchem de sentidos. há nadas que dizem tudo.

Luiza M. Nogueira disse...

José Carlos Brandão: Exatamente, captou o instante, a essência melhor ainda. Bjs.

A Magia da Noite: Sim, as vezes o nada diz muito. Bjs.

Assis Freitas disse...

adoro esse nada florido de versos,

abraço

Zélia Guardiano disse...

Luiza
Muito interessantes o teu espaço e os teus escritos!
Virei sempre.
Abraço

Luiza M. Nogueira disse...

Zélia: Obrigada, um abraço pra ti.

Luiza M. Nogueira disse...

Assis: :) flores de nada
bjs.