(Viola no Rio - de Luiza Maciel Nogueira)
1.
a pedra do rio
perdi na correnteza
das prosas mudas
2.
flui o lento mistério
dos lírios
no riacho da pedreira
que a pedra possa
banhar-se de rio
fluir nas águas
límpidas daquele
sorriso faísca
chama de vida
a mensagem transmutou
ficou voe ao infinito lar
3.
decepções temos todos
metamorfoses temos poucas
de rocha e rio
a palavra transcendeu
o papel
(*versos inspirados em meu amigo Ribeiro Pedreira)
10 comentários:
inspirar uma poetisa desse nível é, no mínimo honroso.
obrigado Luiza e pode ter certeza que vai ter troco.
Bjs!
do rio, pedras e metamorfoses. poema de curso e correnteza,
beijo
Adorei Lú! Beijo.
Pois é, amiga!
Na face do rio
se escrevem todos
os nossos amores/dores
OS NOSSOS POEMAS!
Beijoca
Para onde olho? Para o desenho ou os versos?!
Metamorfoses nas águas incertas de um rio que se faz poema...
L.B.
Ribeiro Pedreira: o prazer é todo meu. grata eu. bjs!
Assis Freitas: foi pra cachoeira, bjs!
Ana: :) te ligo bjs!
Vieira Calado: e há de ir fluindo :), bjs!
Fred Caju: olha pra si, pro cajueiro e depois olha pra onde quiser. bjs!
Lídia: obrigada. bjs!
Ninguém cruza duas vezes o mesmo rio.
Um abração, Lídia.
Que vergonha, Luíza! Por que escrevi Lídia? Ah, o último nome que li, acima. Vivo descuidado, desculpe.
Um beijo.
José Carlos: sem problemas, não se acanhe. um beijo.
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