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domingo, 29 de agosto de 2010

Pele, osso e invenção

(Rio que desagua no mar - por Luiza Maciel Nogueira)


"na escuridão,
pássaros voam
repousam
entre galhos
entre amores

mares tomam cores
fundem-se a possíveis sóis
pedras e rios
em humanísticos rumos

o que parece treva
sucumbe à poesia
e toda claridade
é invenção da luz."


 Escrito pelo amigo poeta Ribeiro Pedreira
do blog Alguma Poesia


Amei o presente em forma de poesia!

Gratíssima!!!

10 comentários:

Aninha disse...

Maravilha Lú, muito bonita a poesia que ele fez realmente. Beijokas

Fabio Rocha disse...

Belo belo

Úrsula Avner disse...

Oi Luiza, encantador lirismo em seus versos... De fato as trevas sucumbem ante á poesia. Bj.

Assis Freitas disse...

teci loas lá e as teço aqui, vc merece pelo encantamento de imagem e palavra,

beijo

nydia bonetti disse...

A poesia do Ribeiro de encanta, Luiza. Gosto demais. E a imagem, uma beleza, como sempre. Beijos!

Augusto César de Alencar disse...

"O que parece treva, sucumbe à poesia..." Não há verdade mas bem dita nessa poesia hein!...

Ribeiro Pedreira disse...

porque inventar-se é preciso. e essa moça sabe fazê-lo.
bjs!

Tania regina Contreiras disse...

Já li lá e adorei. E é teu,olha que grandioso presente!
Beijos,

Luiza Maciel Nogueira disse...

Ribeiro: Ai tá tão lindo que fico até com dó de colocar outro post de seguida! Inventar é humano, delirar também, rsrs. Beijo!

José Carlos Brandão disse...

Belo belo nas tuas cores, Luíza.
Belo belo na tua pele
Belo belo na tua invenção
de rio que deságua no mar,
de mar que deságua no céu
com outro azul para maravilhar.

Um grande abraço.