terça-feira, 9 de novembro de 2010

Poema escuro

(por Luiza Maciel Nogueira)


o mato é preto
o pôr do sol avermelhado
nada mais é fadado

a luz do mundo de ninguém
é de todo mundo
vida que entra, também sai


9 comentários:

BAR DO BARDO disse...

bons exercícios

palavras & imagem

fouad talal disse...

o universo respira...

passando pra deixar uma pegada que seja...

bjos!

Ana disse...

o ciclo reciclo da vida, beijo

Úrsula Avner disse...

Oi Luiza, um encanto de poema muito bem ilustrado... Grata pelo carinho de sempre amiga. Bj,

Úrsula

Angelo Rodrigues disse...

Olá, Luiza,
belos versos e desenhos. Estou a segui-la lá do meu Blog.

Marcantonio disse...

Falando de tudo aquilo que existe sem nós.

Beijo.

Lara Amaral disse...

Que poema, que tela! Vc traz tanta vida, mesmo no cinza.

Beijo!

José Carlos Brandão disse...

Deixa o Poema Negro para o José Régio. Contempla o vermelho pôr-do-sol. A luz do mundo me alimenta.

Você criou belas imagens com o desenho e as palavras. Viva!

Beijos.

Cris de Souza disse...

você é uma artista nata!