terça-feira, 4 de janeiro de 2011

Poema de enigmas risonhos



porque teus olhos são tão tristes assim
eu sei o mundo não é como sonhava
nem mesmo o vento corre pelas beiradas
a chuva vem quando menos se espera
e o amor não se revela tão fácil assim
é preciso aprender a ver a infinitude dos dias
a passagem do tempo a correr
e esperar a lágrima derramar
porque amor tudo desespera sem encontro
do tempo aguardas apenas um mistério
nada igual, mas tão banal
a pétala da flor macia pelo amor




10 comentários:

Fred Caju disse...

Mistério pra mim é saber como você tem uma produção tão vasta!
Beijos, Luiza!

Anônimo disse...

Lindo poema Luiza, nos lembrando que temos que aceitar a vida como ela é, e ver a sua beleza...
Parabens tambem pela ilustração!!

Beijos
Renato

Luiza Maciel Nogueira disse...

Fred: vai saber, chuto que talvez seja a falta de uma personalidade mais formada, ou seja louca varrida metida em tudo que faz - ainda que seja malfeitamente :) ! Beijo e obrigada pelo elogio!

Tania regina Contreiras disse...

Tão lindo, Luiza!!!
Beijos,

Cris de Souza disse...

um sussurro ao pé do ouvido...

beijo, luminosa!

Ana disse...

lindo lú!

Beijos

AC disse...

Belos enigmas, Luísa!
A vida, toda ela é um enigma...)

Beijo :)

Lara Amaral disse...

Desenho lindíssimo, querida, e poema delicado como vc!

Beijo.

Assis Freitas disse...

o amor tudo desespera, sim, sim também acho



beijo

Maria Rita disse...

A cada leitura me convenço mais que estar aqui é bom demais...