- É sempre um desencontro o nosso encontro. Não tem palavra que nos diga dessa confusão que vem do coração, desses silêncios desconfortáveis que roçam a espinha e principalmente das palavras sempre tão mal compreendidas. É melhor não falar então - mas então não se tem encontro - se tem "disse não me disse".
- Será mesmo que as palavras resolvem o encontro Mia? Você não pode de vez em quando apenas sentir olhando nos meus olhos?
- Eu não sou de ler mentes Fábio, nunca sei o que espera de mim...se porventura espera alguma coisa.
- Ah Mia deixa disso. Nós somos amigos.
- Somos?
11 comentários:
Escrito que tece elementos que estão intresecos a todos nós...
abraços!
ei Juan eu tento entrar no teu blog e não consigo a página parece que está travada, o que é isso hein? (se voltar responde ok?) bjs
Então a eterna confusão verbal... a mim o silencio martiriza, onde deixamos de nos olhar???
Aconselho um abraço demorado, ele conserta tudo, porque junta os corações num mesmo ritmo.
bjinhos amada e feliz ano de novo.
Ah, lembro d minha adolescência! Como era bom estar apaixonada!!
O meu carinho e meus cumprimentos por tão belo texto.
Teresa.
Lembrei de Inês Pedrosa (em Os Íntimos): que se foda o carinho.
Amizade = carinho.
Luiza,
A princípio, vim apenas agradecer sua presença entre os seguidores do meu blog e simplesmente me encantei com sua arte, seu talento e sua sensibilidade. Também te sigo com muito prazer.
:)
As vezes o não dito grita aos nossos ouvidos.
Estou encantada com tuas cores e letras, tens a poesia correndo em tuas veias...belíssimo!
Beijos pra Ti
nem sempre o que forma um é uno,
beijo
Maria Rita: com tantos comentários assim vou começar a me achar maravilhosa (não, não brincadeira), obrigada pelos tantos elogios! Beijo no coração!
ela quer poesia, ele quer prosa...
Oi Luiza, silêncios que roçam a espinha... Bela metáfora num envolvente texto. Feliz 2011 com grandes conquistas minha amiga. Bj grande.
Postar um comentário