Música!

quarta-feira, 9 de março de 2011

Poema de céu azul e pássaro


(tranquilo - por Luiza Maciel Nogueira)


Quando 


não tenho mais 
tanta pressa
que o poema
nasça quando
quiser
sob os dedos
cante
ao meu amor
quando assim
ele se for



Sob o céu


acima nasce
outro horizonte
ainda azul como tu
ainda pássaro
equidistante
ainda vivo 
sob o céu voaria 
em eterna poesia


Ternura sob asa


velo o horizonte
que azul percorre
as retinas do olhar
corre ave e voa alto
onde qualquer 
desencontro encontra
a asa
pousa onde deve
e deixa que um dia
azul te leve



8 comentários:

Jorge Pimenta disse...

"quando"... ora aí está uma conjunção que contraria a ordem por que crescem as flores nos teus olhos e o traço virginal do primeiro poema. falta-lhe a "ternura sob a asa".
belíssimo, como sempre!
um abraço!

Suzana Martins disse...

Quando os versos encontram os olhores, eles dão cor a alma.

Beijos querida

Ribeiro Pedreira disse...

a poesia é leve. há que deixá-la voar, fluir. e o amor é muito.

Anônimo disse...

Poemas e passaros precisam sentir a liberdade para que póssam se expressar!
Bélissimo poema e ilustração!!
Beijo
Renato

Assis Freitas disse...

que coisa mais linda, leve, em plano de vôo


beijo

Marcantonio disse...

O que mais é necessário? Céu azul, pássaro, e deixar que a esperança e a serenidade azulada nos leve. E vele por nós.

O ângulo de visão dessa imagem é originalíssimo!

Beijo, Luiza.

Vanessa Souza Moraes disse...

Azul que leve-me
daqui.

Beijos.

Cris de Souza disse...

quanta leveza e beleza num só lugar...

beijo, luminosa!