(tranquilo - por Luiza Maciel Nogueira)
Quando
não tenho mais
não tenho mais
tanta pressa
que o poema
nasça quando
quiser
sob os dedos
cante
ao meu amor
quando assim
ele se for
Sob o céu
acima nasce
outro horizonte
ainda azul como tu
ainda pássaro
equidistante
ainda vivo
sob o céu voaria
em eterna poesia
Ternura sob asa
velo o horizonte
que azul percorre
as retinas do olhar
corre ave e voa alto
onde qualquer
desencontro encontra
a asa
pousa onde deve
e deixa que um dia
azul te leve
acima nasce
outro horizonte
ainda azul como tu
ainda pássaro
equidistante
ainda vivo
sob o céu voaria
em eterna poesia
Ternura sob asa
velo o horizonte
que azul percorre
as retinas do olhar
corre ave e voa alto
onde qualquer
desencontro encontra
a asa
pousa onde deve
e deixa que um dia
azul te leve
8 comentários:
"quando"... ora aí está uma conjunção que contraria a ordem por que crescem as flores nos teus olhos e o traço virginal do primeiro poema. falta-lhe a "ternura sob a asa".
belíssimo, como sempre!
um abraço!
Quando os versos encontram os olhores, eles dão cor a alma.
Beijos querida
a poesia é leve. há que deixá-la voar, fluir. e o amor é muito.
Poemas e passaros precisam sentir a liberdade para que póssam se expressar!
Bélissimo poema e ilustração!!
Beijo
Renato
que coisa mais linda, leve, em plano de vôo
beijo
O que mais é necessário? Céu azul, pássaro, e deixar que a esperança e a serenidade azulada nos leve. E vele por nós.
O ângulo de visão dessa imagem é originalíssimo!
Beijo, Luiza.
Azul que leve-me
daqui.
Beijos.
quanta leveza e beleza num só lugar...
beijo, luminosa!
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