sexta-feira, 8 de abril de 2011

Sobre a ilusão


(Sobre a ilusão - por Luiza Maciel Nogueira)


sem pele, sem corpo, sem destino
mas ainda a ilusão
de cair nos teus braços
despir-me de excessos
apaziguar o destino
fingir que não estou

(tempestade de ninguém)

(...)




14 comentários:

Assis Freitas disse...

tempestade e tumulto às vezes cabem dentro de um só,


beijo

Ana disse...

Lú esse desenho ficou lindo,parece até que o cara é aquelas Tvs que não funcionam, rsrs. Beijoss

A.S. disse...

... e dos teus versos surgiu LUZ!!!


Beijos,
AL

Sam disse...

nessa roupagem nua
que a minha alma veste
é a pele que cerca
e se tece de arrepios
quando me findo em ti.

Que belo, Luiza.
Minha admiração.

Samara Bassi.

Andressa disse...

bela imagem.

Sonhadora disse...

Minha querida

Despir a pele da ilusão e vestir o amor.

Deixo um beijinho
Sonhadora

Suzana Martins disse...

Ilusões tempestivas de excessos... Adoro essas ilusões!!^^

Beijos

Jorge Pimenta disse...

quanto vale uma utopia?
bravo, querida luíza.
beijinho!

I.B.G. disse...

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O que Cintila em Mim disse...

Sempre buscando o encontro...

Fred Caju disse...

Eu consigo romper a fronteira que deixa a ilusão palpável...

Úrsula Avner disse...

Oi Luiza,

sempre muito bom aportar por aqui e ler seus adoráveis poemas e contemplar seus lindos desenhos. Bj.

Raíz disse...

Luisa!

Lindo poema, onde fingir que não estou vira tempestade de ninguém!

O desenho maravilhoso!

Beijos

Mirze

Renata de Aragão Lopes disse...

Lindos o poema e a ilustração!

Beijo,
Doce de Lira