(Maestro e a guerra das cores - por Luiza Maciel Nogueira)
arte labirinto
cores que emanam, se amam
sonhos que se confundem
verdades e mentiras
coisas iguais e tão diferentes
formatos, traços, gestos, olhares
cores que se mesclam
viram uma só, em caos
um que é todos, ninguém
ciclo, cor, música, mosaico de sons
não em sintonia, mas em guerra
azul abraça amarelo que beija rosa
vermelho luta com sangue nas veias
lilás escuta e o preto apenas observa
a guerra, o sangue, a paixão e a dor
e depois se esconde
em baixo da cama com medo
de violência gratuita
15 comentários:
que batalha, salpicaram tons em pastel do lado de cá,
beijo
Dei um passeio à infância com tua arte caleidoscópica, Luiza...
Beijinho de fim de semana!
Haverá uma cor preponderante, que seja a própria saída do labirinto?
Bom trabalho, Luiza!
Beijo :)
São tantas
as cores pela estrada
cinza.
Poema de densa sinfonia, desenho regido por paixão. Encantada!
querida,
desculpe-me a demora.
me sinto até envergonhada.
pode publicar a entrevista de Caio F. no facebook.
um beijo,
uma canção poética em mosaico de cores, vida, paixão, sentimentos do mundo... Muito bom Luiza. Beijo com carinho.
Sensacional! O desfecho é ótimo e o poema como um todo, de fato, tem da guerra a sua intensidade.
acho que não é guerra, luiza.
é pavão, arco-íris.
é carnaval.
sua paleta está cheia de cores.
beijão do
roberto.
Divino, Luiza!
Divino!
Simplesmente...
Essa orgia de cores...
Você é demais, minha querida!
Abraço apertado.
MARAVILHA, Luiza!
Vou ficar de olho nesse. Um lindo poema, qual uma sinfonia de cores que obedecem ao maestro.!
Beijos
Mirze
Uma guerra brilhante de versos em tela..
Beijos linda
E quanta beleza colorida irradia daqui, Luiza.
Meu carinho, amiga
Samara Bassi
A criação!
Beijo.
a guerra das cores é um duelo de gigantes!
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