Música!

segunda-feira, 20 de junho de 2011

Tão tarde




amanhece
e as sombras das árvores
tremeluzem
as folhas se entregam
derramam seu corpo
leve sob a terra


de toda mentira
da vida, de tudo
derramaria um grito
se não bastasse
o silêncio
me revoltaria
se não fosses um traço
um leve sussurrar
(oco)
sem eco...



(O sopro da menina virou ventania - por Luiza Maciel Nogueira)



























7 comentários:

Celso Mendes disse...

Que bonito, Luiza! A leveza até na revolta...e esse final, que negas ter eco, ficou ecoando aqui.

beijo.

MIRZE disse...

Lindo, Luiza!

Há eco em seus versos.

Beijos

Mirze

Ana disse...

linda postagem Lú

beijo

Anônimo disse...

Quanta leveza e harmonia nessa obra!
Lindo!!

Beijos
Renato

Suzana Martins disse...

Uma deliciosa harmonia de versos, ventos e canção...

Beijos

Tania regina Contreiras disse...

Lindo, harmônico, suave...Luiza: amei!

Assis Freitas disse...

esse teu eco nas cordas violão do Segovia é tudo de puro encantamento,


beijo