Música!

quarta-feira, 22 de junho de 2011

Poema de surdez





se a vida não disse
assim preto no branco
que não venha a verdade 
me cobrar por sangue



6 comentários:

Non je ne regrette rien: Ediney Santana disse...

que não venha a verdade nunca, como vc escreveu nos
cobrar em sangue pela nossa inocência...
Ps-quem fez o desenho da ilustração? muito bom

Mirze disse...

Luiza!

Uma reflexão que acontece sempre.
Beijos, querida!

Mirze

Analuz disse...

Tu sabes como extravasar, hein? em versos e tinta...

Beijinho de quarta-feira, Luiza!

Jorge Pimenta disse...

digo, logo existo.
grito, então sinto.
revolto-me? ah, esse sabor quente do sangue...
abraço, querida amiga de verbo certeiro!

Juliana Lira disse...

4 poemas belíssimos,nos fazem sentir e pensar. Sentir já seria o bastante,mas fazer pensar arrepia!

Milhoes de beijos

Tania regina Contreiras disse...

III. Revolta


se a vida não disse
assim preto no branco
que não venha a verdade
me cobrar por sangue

Veio a mim, profundamente, o poema! Belo, Luiza...