Música!

domingo, 24 de julho de 2011

‎(Cacos)

A vida não passou para mim
ainda hoje me sinto criança,
como se os anos só tivessem voado.
E passado assim sem me rasgar a pele...
o que fere não são os anos, nem o tempo
a dor também não fere tanto
como o silêncio quando rasga
a garganta, quando só e imortal
berra mas não sai
nada...



6 comentários:

Lara Amaral disse...

Gostei da expressividade desse poema. E do desenho, então, amei! Um tanto de Van Gogh, aliado aos inconfundíveis traços de Luiza.

Ana disse...

Lindo lú, esse desenho é um de meus preferidos. Bjs

Fred Caju disse...

Fiquei em cacos...

Assis Freitas disse...

a pele inteiriça, saliente ao vento e ao silencio,


beijo

Úrsula Avner disse...

Oi Luiza,

gosto muito da profundidade e singeleza de seus versos sempre tão delicadamente ilustrados... Beijão.

* não me esqueci de sua gentil oferta para ilustrar um poema meu. Ainda vou enviá-lo.

Úrsula

Julia disse...

Que belo! Gosto muito dos teus poemas. Bjs