segunda-feira, 29 de agosto de 2011

Brevidade sobre o silêncio, o tempo e a morte




o silêncio tem sido cobertor  
em noites de lágrima, 
em dias de frio extremo 

por vezes a morte nos cala  
como faca cravada no peito  
nos arranca a palavra 

nada mais será como antes 
o tempo gira feito roda gigante 
e nada mais será como antes




13 comentários:

AC disse...

A vida de cada um vai aumentando, gradualmente, os seus condimentos. Há uns que se assimilam de modo fácil, mas há outros que mexem com todo o conteúdo. Requerem tempo, mas acabamos por conseguir um novo equilíbrio...

Beijo :)

Tatiana Moreira disse...

Tudo tem o seu tempo...
A morte seja como for nos renascer de outra forma.
Tenha uma ótima semana!
Um abraço carinhoso

Ana disse...

Que bom que vc voltou Lú. Bj

Andressa C. disse...

http://www.youtube.com/watch?v=7XFCZ75468c

Cris de Souza disse...

busquemos a força dentro de nós.

um beijo, lu querida!

dade amorim disse...

Luiza, essa é uma das passagens mais tristes da vida. O tempo vai mudando tudo, o tempo não deixa nada se repetir sempre igual, mas a cicatriz demora.
Beijo com muito carinho.

Jorge Pimenta disse...

senti por aqui um frio de outono que nos percorre de cicatriz a cicatriz.
beijos, luíza!

Suzana Martins disse...

o tempo busca em seus ponteiros montanha russas de nós...

beijos linda...

bom te ter de volta

Celso Mendes disse...

nada nunca mais é como antes, mesmo o mais breve dos antes, minha querida amiga. é o ciclo da vida no tempo, que tudo muda a todo instante.

poema belo, triste e dorido.

beijo.

Anônimo disse...

Não é facil encarar a morte, mesmo sabendo que caminhamos para ela desde o dia em que nascemos.
Mas a cada instante que morremos, renascemos para o novo... pois a vida sempre se renova!!

Beijos
Renato

Sandrio cândido. disse...

Luiza, gostei muito deste poema,
posso levar
abraços

Luiza Maciel Nogueira disse...

Pode Sandrio e obrigada, viu? Beijo

Assis Freitas disse...

o título é um achado, e tudo é tão breve e dura um instante


beijo