sábado, 13 de agosto de 2011

A semente



a semente brota
diante do amor da água,
dos abraços da terra
e dos beijos do sol


nas carícias dos ventos




(o amor concede espaço
para ser)






















Abre Caminho - por Luiza Maciel)

12 comentários:

Dario B. disse...

Mais que concessão, Luiza, o amor é quando doa-se. Um beijo.

Valquíria disse...

...para ser semente, água que sacia, e vento que refrigera, o amor acha sim lugar ainda nas terras férteis do coração. beijos amada.

Úrsula Avner disse...

Oi Luiza, delicados o poema e o desenho numa sintonia absoluta... Bjs.

Ribeiro Pedreira disse...

e antes que brote há uma casca ainda que verifica a lealdade da água, o calor da terra, o gosto do sol e se os ventos trazem arrepios. verdade nesta poesia telúrica.
bj!

Blog do Pizano disse...

mesmo na mais leve brisa
a natureza fertiliza

abs

dade amorim disse...

O carinho da natureza transformado em poema-imagem. Uma doçura, Luiza.
Beijo.

Mima disse...

O amor é doação em abundância. Abundância de carinhos. A terra ensina isso pra gente.

Lindo texto!

Geraldo de Barros disse...

da ponta do lápis nasce o verde que se abre diante dos olhos - sementes de ontem trazidas no bico do pássaro que descansa suas asas-de-hoje no fundo azul onde o amor rompe as dimensões de um vaso.

querida, tudo muito lindo!

beijos

Fred Caju disse...

E o melhor do poema é que a semente nem precisa ser uma semente de fato! Muitas possibilidades metafóricas, muito bom, Luiza!

MIRZE disse...

Sensacional, Luiza!

Quando a semente nasce, já traz o amor, que concede espaço para que a semente cresça,

Uma evolução poética!

Beijos

Mirze

Suzana Martins disse...

O amor é essa mistura eterna de carinhos....

Lindo!!

Amo a sua sensibilidade

Non je ne regrette rien: Ediney Santana disse...

Para nascer a semente primeiro morre,