segunda-feira, 1 de agosto de 2011
Sobre o toque da paisagem
ar frio
a rede na janela
segura a paisagem
embaçam os olhos
de suicídio
meu verso quer
se jogar só pra voar
entre o impossível
transformar-se
em silêncio
abrir sóis em limbos
levar pássaros para orar
no ouvido dos homens
toda beleza do mundo
e então esperar
que uma nota chegue
ilesa e desperte
como semente no vento
de esperança
(Doce Ipê - por Luiza Maciel Nogueira)
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8 comentários:
Ótimo poema! A primeira estrofe me pegou em cheio! Principalmente porque ontem pensei em versos de rede que balança presa ao precipício. Agora que li o seu, apesar de ser diferente, me deu vontade de desenvolver minha ideia.
Beijo, linda.
que os versos voem em silêncio até os pássaros que os tragam de volta aos ouvidos dos homens.
e que a palavra continue semente.
muito belo, Luiza!
beijo.
"levar pássaros para orar
no ouvido dos homens"
bendita
prece
*beijo*
Que gostoso ler vc!!! Quanta suavidade!
bjs meus
Que coisa mais linda sua poesia, Luiza!
Gostoso vir aqui.
bjs cariocas
no canto dos pássaros, as flores rezam na esperança de despertar ilesa, sem qualquer ranhura!!
Beijos linda
Lindo Lú! Amei essa árvore!
beijinho
pássaros em prece de cores,
beijo
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