quarta-feira, 21 de setembro de 2011

Poema sobre nada



achar o nada e pensar tudo
ser tão inútil quanto o nada
fadado nas mãos

ser tão vazio
quanto uma folha em branco
nascida no revés da página

no princípio de tudo
sem beijo, nem imagem
só a vibraçao do silêncio



8 comentários:

Ana disse...

O nada que pode ser tudo. Lindo Lú. Beijo.

Celso Mendes disse...

adoro nadas e vazios. é onde me desejo muitas vezes.

lindo poema, Luiza.

beijo.

Suzana Martins disse...

Gosto desses vazios ue preenchem a alma...

Beijos

Assis Freitas disse...

esses nadas dizem tanto,

beijo

Daniel Graúna disse...

Oi Luiza, primeiramente queria lhe parabenizar pelo blog. Poucas coisas valem a pena ler pela internet, mas achei o seu blog realmente fantástico.

Anônimo disse...

Linda ilustração, só papel e carvão, nada além disso. Mas como o nada diz muito...
Beijos
Renato

MIRZE disse...

LINDO!

Luiza! Há tempos não consigo entrar aqui. Foi ótimo ver de alma limpa um poema lindo assim!

Beijos

Mirze

Cris de Souza disse...

há horas que o nada pesa - e como pesa!

beijo, luluzinha.