segunda-feira, 10 de outubro de 2011

Brilho ínfimo



recheio de absurdos 
com cobertura de sonhos 
o aroma do paraíso 

 tens uma galáxia na garganta, 
 milhares de universos parem
em beijos, explosões, asteróides, cometas 
é o caos em ânsia de equilíbro
a espera do nascimento da próxima estrela
como a semente que brota, cresce
expande e multiplica em diversas sementes

faíscas brilham nos olhos teus
dentro de cada esperança 
palpita o coração por ti 




(com um ínfimo pedaço de terra 
se constrói o infinito 
só pelas pontas dos dedos)


6 comentários:

MIRZE disse...

LINDO, LUIZA!

O infinito em nós.

Belo demais!

Beijos

Mirze

Verso Aberto disse...

caos em ânsia de equilíbrio
recheado de absurdos

bravo Luiza

marlene edir severino disse...

Um caos a buscar o equilíbrio mesmo! Amplo, infinito.

Belo poema, Luíza!

Abraço, querida!

Celso Mendes disse...

O infinito está em tudo que podemos sentir mas não podemos mensurar. Está no toque e no desejo tanto como no universo em expansão.

Belo, Luiza!

beijo.

Assis Freitas disse...

explosão sideral, astros em toda a (p)arte



beijo

Jorge Pimenta disse...

galáxias de sensações sob a batuta da palavra. a arte em explosão maior!
beijo!