para engrandecer ínfimos
pouso os ouvidos no silêncio
escuto notas revolvidas de esperas
um toque quase infinito
por ser tão bela embora grite
a esperança que nasce
é limite da imperfeição
Camila - não que isto seja arte, mas a arte é criada de imperfeições _ e quem disse que a imperfeição não é bela? Já dizia um grande poeta - cujo nome esqueci , me perdoem a memória de ervilha podre.
12 comentários:
pouso os ouvidos no silêncio...
belo!
ns
"a esperança que nasce
é limite da imperfeição"
Muitíssimo bom!
«imperfeição» não vejo aqui
o que vejo é beleza e arte! Beijinho!
a moça com cello, e os ínfimos que se elevam em grandiosidade, belo
beijo
Lindo! Lindo! Lulu linda...
Camila - não que isto seja arte, mas a arte é criada de imperfeições _ e quem disse que a imperfeição não é bela? Já dizia um grande poeta - cujo nome esqueci , me perdoem a memória de ervilha podre.
Grande beijo!
uma beleza dessa, merece ser tocada, muito além das notas de um violino, de um acorde de versos. Uma perfeição nas suas imperfeitas formas.
Lindo, Lu.
Meu beijo,
Sam
↓
Eu vi o li no...
O vi o lão, não!
O Baixo ou Violo.tchê.lo,
iluminaram o toque de LUZ.ia!
Ops LUiZa!
Beij♥!
:o)
a moça do violoncello tocou um belo poema.
beijo, luluzinha!
há sempre uma luz a engrandecer o que os olhos não veem, mas temem: pequenas imperfeições colecionando infinitos.
beijo, luizita!
Imperfeição tem limite?
belo poema tocado
beijo
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