quarta-feira, 9 de maio de 2012

Que arda o silêncio...

que arda o silêncio
no poema que não quer se despir

que morram as palavras
que não são genuínas

que cortem minhas mãos
que já não tecem esperanças

5 comentários:

Bípede Falante disse...

Universo rico de emoções e cores :)
beijoss

**Escritora de Artes** disse...

Adorei seus escritos...

Por aqui fico!

Saudações

Jorge Pimenta disse...

caça às pálpebras que cobrem o olhar da apocrifia. mas, qual delas?...

belíssimo, luizita!

Samara Bassi disse...

Que arda a chama, esse imensa fúria de acontecer lindezas.

Beijos, querida.
Sam.

AC Rangel disse...

Que continuem a semear esperanças estas mãos, as genuínas palavras que dizes e a nudez deste poema lindo...