quinta-feira, 27 de setembro de 2012

caos de pétalas

em ruínas permaneciam as rosas
em cima do muro
em chamas de encanto
ardiam no fogo,
as flores queimadas,
o tempo perdido
o caos das lágrimas
derramadas
no seio de tanta esperança

8 comentários:

AC disse...

A química da esperança nem sempre é compreensível.

Beijo :)

Domingos Barroso disse...

há pouco espetei-me o dedo
no espinho de uma rosa
fiquei emocionado

com o sangue
e com as lágrimas
...

beijo carinhoso,
encantadora de almas.

Assis Freitas disse...

ah o caos, daí que surgem as estrelas


beijo

Bípede Falante disse...

derramada fragilidade de pétalas.
linda chuva de voos.

beijoss

D.Everson disse...

não sei o que é mais bonito aqui: as ilustrações e/ou os poemas =]

dade amorim disse...

Frágeis pétalas, estrelas distantes.
Lindo poema, Lu!
Beijos.

Toninhobira disse...

Inspiração e construção em sintonia amiga.Linda a ilustração que sugere a inspiração.
Meu terno abraço.

LauraAlberto disse...

depois da queda, da destruição
a verdadeira construção
beijo