domingo, 14 de outubro de 2012

Prece de sobrevivência

o silêncio, essa canção do tempo
 que ora a vibração da terra
a poesia esta que lança luz
sob o movimento das coisas
o homem, este ser capaz
de escurecer ou iluminar
as vertigens do tempo,
a idade das pedras,
o sorriso da lembrança,
a esperança na desesperança
o desenho oco do vazio
pleno de mistérios

*talvez neste dia
tudo se baste
por si só

5 comentários:

Marcelo R. Rezende disse...

Talvez sejam gotas, espaços, pedaços necessitados de saírem do casulo... E só.

Beijo <3

Tania regina Contreiras disse...

Nossa, eu amei sua arte, devo dizer antes de tudo. E a prece de sobrevivência encontrou eco em mim.
Beijos, Lu!

Assis Freitas disse...

tudo se basta, mas a alma é aflita



beijo

R. Vieira disse...

Mundo, mundo. Vasto mundo!! Que coisa boa aportar aqui... Lindo teu trabalho!

Deyvid Galindo Santos disse...

Belíssimo poema. de profunda espiritualidade. Desenho idem. Tudo no devido lugar. Gratidão pelo presente dessa leitura.