terça-feira, 13 de novembro de 2012

Nos braços do abismo



um dia qualquer
caio nos braços do abismo
e suicido a poesia
das coisas sem perdão,
sem arrependimento
o mistério me possui
jogo meus versos ao ventre
quem sabe não dou luz
a um poema

3 comentários:

Tania regina Contreiras disse...

Luisa, ser poeta já é a vertigem do abismo. E que bom que o teu abismo tem imagens tão lindas.
beijos,

Cristiano Marcell disse...

Lindo, lindo, lindo!!!!

LauraAlberto disse...

poeta assim nunca sabe o que é abismo

foge dele com mestria

boas férias

beijinhos