domingo, 7 de abril de 2013

A morte cai como pluma


a morte cai como pluma
nos dias não amados
apaga lentamente qualquer chama
sem saber que desaparece
toca o impossível
o absurdo da cabeça aos pés
a morte dos dias mal amados
tem gosto de tédio
e revolve por dentro
a negação do instante
o labirinto da enchente
do passado que quer passar
para o presente dançar
dentro do agora
seu primeiro passo
sempre primevo
banhado da novidade
da imensidão de um por vir

*ps: eu sei que essa imagem é repetitiva, mas eu adoro ela!

3 comentários:

Assis Freitas disse...

há de vir/dentro do agora/neste já




beijo

Tania regina Contreiras disse...


Ah, como é bom e raro dançar dentro do agora, Lu! Bela imagem.

Beijos,

Ira Buscacio disse...

é breve todos os tempos, ainda sim, um instante novo pode ser uma vida.

bj, bj