sábado, 29 de junho de 2013

Entardecem meus olhos de ti


entardecem meus olhos de ti
no fundo profundo de ti
entardece minha quase esperança
entardece meu desassossego 
cega minha cegueira de ti
das meias loucuras que fiz
cega a luz que percorre o pó
pó de pranto dançante
no dia em que te esqueci

4 comentários:

Tania regina Contreiras disse...


Sim, uma delícia de poema. E uma imagem muito, muito expressiva.

Beijos, Lu.

Assis Freitas disse...

entardecer e não findar, como uma impermanência


beijo

Ira Buscacio disse...

Li, reli e treli o poema incansável de tão belo

bj grande, Luiza

Anônimo disse...

Um poema grandioso. Parabéns menina!