Música!

terça-feira, 8 de outubro de 2013

Poema de um enigma só

a solidão é uma faca cravada com uma rosa
delírio quase impossível de se ver
estrada rumo ao vazio que se preenche de ilusão
que de repente como que por magia
a solidão no vazio é cheia de mentiras que se querem verdades
que se quer vaidade, que se quer amor
ninguém sabe da mentira que o outro cria
da mentira nossa de cada dia
do filme que na cabeça se fia



4 comentários:

Anônimo disse...

Lindo poema Lú!

Beijos da Ana

Tania regina Contreiras disse...


Foi fundo, heim,Lu? Gostei demais, demais,,

Beijos,

Assis Freitas disse...

teus poemas me preenchem de voos



beijo

AC disse...

Mergulhos fundos, análises supremas... Mas nunca há um fim, Luiza, apenas para o efémero.
(Já tinha saudades)

Beijo :)