sexta-feira, 22 de janeiro de 2016

Poema de quando ventos tocam folhas

as folhas das árvores balançam 
na quietude inquieta do vendaval
raios solares atingem sua pele
bailam em desesperar sem desespero
na calmaria de simplesmente bailar 
e não se importar com nada
além de dançar sua última música
e cantar sua última prece

Um comentário:

AC disse...

Os elementos naturais conseguem sempre despoletar murmúrios na nossa alma...
Uma bela relação texto/imagem, Luiza!

Um beijinho :)