terça-feira, 16 de fevereiro de 2016

Escrever-te


Escrever para sorver a liberdade da vida, para sentir um pouco mais aquilo que nos toca. Escrever para alinhar pensamentos sentimentos energias. Escrever para ti e escrever para mim também, para lançar luz na escuridão, para abrir alguns caminhos nos olhos, algumas portas também. Escrever como um exercício de amor, ternura, para ativar a imaginação. A imaginação como um terceiro olho, como encontro sublime com a essência do mundo. Escrever para sorrir e espalhar sorrisos por aí. Escrever para me alimentar de pássaros a alma e regar aquilo que a vida me oferta que de tão belo presente transborda como uma cachoeira cristalina de esperança e notas de músicas que dançam com pássaros em todo o ser ao redor de tudo e eleva sua imensidão até a nota mais alta do amor no instante que o coração brota como flor no peito a dançar com ventos, redemoinhos, mistérios e vendavais. Ciclos que iniciam e terminam sem fim e dançam na eternidade de um beijo demorado e logo depois se abraçam no final de tudo que só começa novamente. Repara que não existe final e que tudo é um início constante de tudo. Finais adoráveis em melodias incansáveis. Pudera sorver a luz do infinito e tudo seria silêncio macio.

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