terça-feira, 12 de abril de 2016

Na poesia do sol

O sol é um Senhor de imensidões em raios para acordarem as sombras e revelarem seus doces mistérios indecifráveis. O Sol é essa luz que nos oferece calor e nos toma de poesia a alma descortinando o que antes era escuridão. O sol é esse gigantesco ser em sintonia com o mundo que só é mundo visto pelo raio de sol que nasce e ilumina cada partícula. O sol é esse ser que nasce de dia e se põe à noite enamorando-se da poesia atrás de um luar. E a lua irradia seu brilho cada vez que o sol oferece de si um bocado da sua luz. A luz do sol que aquece e nos oferta com exatidão a visão de um olhar. O que antes era escuridão, hoje já pode ser visto sob a luz irradiante de um mar em plena sinergia com o sol. Ofuscando olhares em direção ao amor. O sol é esse senhor de toda a luz que nos oferece a consciência. É preciso infinitamente agradece-lo para que não nos pare de iluminar. É preciso agradece-lo para que não esqueçamos que somos iluminados por ele a todo instante e inclusive mesmo nos dias das maiores escuridões. Essas que as vezes nos deixam em mudez de querer sempre mais, de sermos ingratos por tudo que temos, por tudo que somos, por tudo que Deus nos oferece a todo instante em forma de poesia, arte, música, encontro ou amor. Mesmo que seja aquele amor pequenino, aquele amor quase imperceptível em forma de um pequeno zumbido de pernilongo chatinho, este não deixará de ser amor.   

Um comentário:

DE-PROPOSITO disse...

Sem sol não haveria VIDA.

Felicidades
MANUEL