sexta-feira, 31 de março de 2017

Poeminha onde jaz a liberdade de florir

naquela flor jaz
a liberdade
de florir
sem mais solidão

dar as mãos 
para quem te habita
e seguir em frente
no repente da vida


*(obs: não precisa escutar a sugestão de música, afinal é só uma sugestão ;) que escute quem quiser)


3 comentários:

SILO LÍRICO - Poemas, Contos, Crônicas e Outras disse...

Legal o som do violão e o poema que expõe a exposição. Realmente a flor desabrochada está no exercício pleno de sua exposição a fenecer. Por isso a observar-se que a vida é uma senoide a ondular, quando chega a felicidade deveremos dar lugar modesto, pois o período de depressão poderá nos entristecer. Grande abraço. Laerte.

Maria Rodrigues disse...

Palavras belas e sentidas que tocam o coração de quem lê.
Meus parabéns por este lindo espaço de poesia, irei começar a divagar por aqui.
Bom fim de semana
Beijinhos
Maria

Elvira Carvalho disse...

Um poema-reflexão de grande beleza e sentimento.
Gosto. O vídeo infelizmente não deu para ver. Muito longo.
Um abraço