derramo tudo que fui
e entrego o que me tornei
amores que não me amaram
saudades que não sentiram
prantos que não derramei
agora me escorrem na face
não fui quem pudera
não sou quem calei
e sabe-se lá até quando
esse pranto será meu canto
a dançar nos entretantos
entre os tantos versos que silenciei
abre alas novo ciclo
sol ao nascer no horizonte
e chega de tristeza meu amor
beijo o instante
com os lábios nús
e chega de tristeza meu amor
2 comentários:
Muito linda esta poesia, meus parabéns.
Arthur Claro
http://www.arthur-claro.blogspot.com
Que belo poema;
Mas que a tristeza vá embora...
Boa continuação de semana.
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