Música!

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segunda-feira, 23 de julho de 2018

E chega de tristeza meu amor

derramo tudo que fui
e entrego o que me tornei
amores que não me amaram
saudades que não sentiram
prantos que não derramei
agora me escorrem na face
não fui quem pudera
não sou quem calei
e sabe-se lá até quando
esse pranto será meu canto
a dançar nos entretantos
entre os tantos versos que silenciei
abre alas novo ciclo
sol ao nascer no horizonte
e chega de tristeza meu amor
beijo o instante 
com os lábios nús
e chega de tristeza meu amor

2 comentários:

Arthur Claro disse...

Muito linda esta poesia, meus parabéns.

Arthur Claro
http://www.arthur-claro.blogspot.com

A Casa Madeira disse...

Que belo poema;
Mas que a tristeza vá embora...
Boa continuação de semana.