Música!

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quarta-feira, 31 de janeiro de 2018

Ode ao Silêncio de uma Alma

(Releitura do poema de Natal de Vinicius de Moraes)

Poema após Oficina com o grande mestre, escritor e poeta Jose Couto:
Ode ao Silêncio de uma Alma fale tudo se quiser e se não quiser digas nada nunca fiz tanto amor com o silêncio o silêncio acaricia, beijos de silêncio brisas gentis nunca o silêncio foi tão luminoso tal qual quando imerso ou submerso no teu mundo lindo e cheio de graça singelo que abraça me ofereceu esse céu cheio de estrelas e pássaros noturnos voando nas asas das estrelas desde esse dia escuto o eco silencioso de seu canto é nesse momento que o silêncio nos beija os olhos e as palavras já não dizem tanto o silêncio nos abraça as orelhas, a pele, o tempo e nada mais importa desde que sorrias quando olhares o firmamento lá sempre dançam infinitudes e o doce silêncio nos aguarda repleto de imensidões assim é a alma de alguns doce estrada de percorrer sonhos Luiza Maciel Nogueira *

segunda-feira, 22 de janeiro de 2018

Poeminha Zen

independente de tudo
sempre estarei contigo
você sempre estará comigo
e não importa
não importa
não importa




terça-feira, 26 de dezembro de 2017

Poema para fermentar silêncios 

nada a dizer

absolutamente nada a dizer

que o silêncio fermente no vazio

absolutamente 

aquela lágrima a se transformar em diamante

o silêncio a se transmutar em presença 

e a presença ao tocar nos olhos seja

ternura infinda


*

terça-feira, 12 de dezembro de 2017

Rosa

Rosa por Luiza Maciel Nogueira



o silenciar extremo de uma rosa
é a conjugação da sua beleza


(...)


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sexta-feira, 8 de dezembro de 2017

Poema para gritar em alto e bom som



para que sorrir se o sorriso não nos vem? 
para que existir se a nossa existência não convém? 
para que chorar se nem as nossas lágrimas 
não expressam a verdade, a ponte, o amor? 
para que gritar se nosso grito de amor 
se confunde com desamor? 
para que? 

e o silêncio às vezes afoga um bem querer...
por isso te digo meu bem:

- GRITE!


...


*

quarta-feira, 6 de dezembro de 2017

Poema para uma flor arisca 

flor arisca
me risca da tua lista 
e vê se me esquece
vai passear no leste oeste
já que nem pista me dás 
e não és de piscar 
nem sorrir nem amar 
nem falar nem surgir
Sai pra lá e vá procurar outro abismo
essa estrada não é tua, 
essa cisma é nua
vá pra outra boca, outros lábios,
outra pele, outro sonho
outra alma que te incendeie, 
outra ferida que te sangre
vá e se deixe em paz...
Sai pra lá!

*