Poema após Oficina
com o grande mestre, escritor e poeta Jose Couto:
Ode ao Silêncio de uma Alma
fale tudo se quiser
e se não quiser digas nada
nunca fiz tanto amor com o
silêncio
o silêncio acaricia,
beijos de silêncio
brisas gentis
nunca o silêncio foi tão
luminoso
tal qual quando
imerso ou submerso no teu
mundo
lindo e cheio de graça
singelo que abraça
me ofereceu esse céu
cheio de estrelas
e pássaros noturnos voando
nas asas das estrelas
desde esse dia
escuto o eco silencioso de seu
canto
é nesse momento que
o silêncio nos beija os olhos
e as palavras já não dizem
tanto
o silêncio nos abraça
as orelhas, a pele, o tempo
e nada mais importa
desde que sorrias
quando olhares o firmamento
lá sempre dançam infinitudes
e o doce silêncio nos aguarda
repleto de imensidões
assim é a alma de alguns
doce estrada de percorrer
sonhos
Luiza Maciel Nogueira
*quarta-feira, 31 de janeiro de 2018
segunda-feira, 22 de janeiro de 2018
Poeminha Zen
independente de tudo
sempre estarei contigo
você sempre estará comigo
e não importa
não importa
terça-feira, 26 de dezembro de 2017
Poema para fermentar silêncios
nada a dizer
absolutamente nada a dizer
que o silêncio fermente no vazio
absolutamente
aquela lágrima a se transformar em diamante
o silêncio a se transmutar em presença
e a presença ao tocar nos olhos seja
ternura infinda
*
quarta-feira, 13 de dezembro de 2017
terça-feira, 12 de dezembro de 2017
sexta-feira, 8 de dezembro de 2017
Poema para gritar em alto e bom som
para que sorrir se o sorriso não nos vem?
para que existir se a nossa existência não convém?
para que chorar se nem as nossas lágrimas
não expressam a verdade, a ponte, o amor?
para que gritar se nosso grito de amor
se confunde com desamor?
para que?
e o silêncio às vezes afoga um bem querer...
por isso te digo meu bem:
- GRITE!
...
*
quarta-feira, 6 de dezembro de 2017
Poema para uma flor arisca
flor arisca
me risca da tua lista
e vê se me esquece
vai passear no leste oeste
já que nem pista me dás
e não és de piscar
nem sorrir nem amar
nem falar nem surgir
Sai pra lá e vá procurar outro abismo
essa estrada não é tua,
essa cisma é nua
vá pra outra boca, outros lábios,
outra pele, outro sonho
outra alma que te incendeie,
outra ferida que te sangre
vá e se deixe em paz...
Sai pra lá!
*
me risca da tua lista
e vê se me esquece
vai passear no leste oeste
já que nem pista me dás
e não és de piscar
nem sorrir nem amar
nem falar nem surgir
Sai pra lá e vá procurar outro abismo
essa estrada não é tua,
essa cisma é nua
vá pra outra boca, outros lábios,
outra pele, outro sonho
outra alma que te incendeie,
outra ferida que te sangre
vá e se deixe em paz...
Sai pra lá!
*
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