Música!

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terça-feira, 24 de dezembro de 2019

Poema para sempre

acender a presença no coração
ao ouvir o coração cantar

ouvir o coração das coisas
na batida desse agora

dançar a música na luz do presente
infinitamente

*


sexta-feira, 13 de dezembro de 2019

quinta-feira, 5 de dezembro de 2019


me entrego ao silêncio
que ele me tenha em seus braços
pois eu já não sei mais o que pensar

*

terça-feira, 3 de dezembro de 2019

Peço um presente

Meu aniversário será dia 21 de Dezembro. O presente que eu peço é que você se permita dar um presente para você mesmo(a). Seja algo simples como um tempo a observar o nascer do sol ou o pôr do sol ou ficar um pouco na natureza ou uma caminhada boa ou um tempo para você pensar na vida mas que seja um tempo que você realmente aprecie alguns minutinhos a beleza de estar vivo. E se você conseguir me dar esse presente lembre-se que esse presente se espalhe para todos os dias da sua vida. O meu aniversário é dia 21 mas pode se dar o presente adiantado, no dia, atrasado ou quando quiser.

quarta-feira, 27 de novembro de 2019

Poema sobre a moça que cantava ópera no parque



Poema sobre a moça que cantava ópera no parque

duplica, replica, triplica
a mensagem dos astros
para o dia que você ligar a rádio
e escutar o sol nascer
em uma canção
ou em uma moça
cantando ópera no parque
sem saber que alegra muita gente
só de cantar um pequeno pedaço
de partitura
até mesmo os pássaros 
parecem sentirem certo prazer
diante da voz da moça
E as árvores 
majestades diante do cenário
permanecem lindas

*

sexta-feira, 22 de novembro de 2019

Respiração

estar com os passarinhos
respirar o aroma do mato
ser como o mato
a desabrochar vida na relva
ser sem ter que ser algo mais
naturalmente natureza
silenciar para comemorar a vida
em cada ser
as árvores, o tempo, os passarinhos
a música, a poesia, os homens, a finitude
as conexões imperfeitas
percebe como é inútil resistir 
vale o que valer enquanto poesia
enquanto estrada densa
vale libertar pássaros
descansar na relva
soltar o tempo dos ponteiros do relógio
ser na simplicidade de sentir

pois no final só tu
só tu
nada mais
ninguém
sentirá tua respiração